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Dakar: veja como estão os brasileiros na prova

Veja como está o desempenho das duas duplas brasileiras que seguem na prova até aqui.
 
LeandroTORRES / Lourival ROLDAN fizeram o 58º tempo na sétima etapa entre Uyuni (BOL) e Salta (ARG), e ocupam a 58ª colocação na classificação geral. Com este desempenho a dupla do UTV Polaris RZR #367 ganhou mais algumas posições e ocupa a 2ª colocação na categoria T3.3 destinada aos UTVs, eles tem 26 minutos de vantagem para o 3º lugar e estão a 2h29min do primeiro colocado da catgeoria.
Segundo o piloto Leandro Torres: “nosso motor sentiu um pouco a altitude mas isso é normal . Andamos a 4.850 metros. Podem acreditar o motor é original”. Torres passou um pouco de aperto ontem na travessia de um rio e viu seus companheiros de aquipe ficarem atolados: “Esse rio era no deslocamento entre as 2 especiais e já haviam cancelado para motos e quadris. Eu também atolei perto mas a XT+ tem um carro mochila na prova. Ao sair encontrei um estrada bem para ao rio e consegui pegar o waypoint. O chinês passou por mim quando estava atolado e foi embora. A XT+ teve Q trocar a correia debaixo d’Água e tirou o UTV de dentro do rio, todos conseguiram completar”.
Foto: Fotop / ConnectPhotos
O Dakar é sinônimo de dificuldades, mas também de superação, garra e heroísmo. E a dupla João Franciosi e Gustavo Gugelmin pôde experimentar um pouco de tudo isso durante a sétima etapa, entre Uyuni e Salta.
A dupla brasileira que compete no ASX Racing #384 da Mitsubishi Ralliart Brasil, teve problemas ontem, mas segue viva na prova, passaram a noite consertando seu ASX até as 04:30hs da manhã e seguiram em deslocamento para o Bivouac em Salta.
Durante a prova, após passarem em um trecho muito acidentado e cheio de pedras, um dos rolamentos da roda apresentou problemas. Mas é na dificuldade que surgem as ideias, soluções e até mesmo improvisos, que são essenciais para um rali tão duro como esse. Eles pararam por diversas vezes para fazer o reparo. Mesmo diante das situações, desistir não estava nos planos da dupla. Diminuíram o ritmo e foram se superando a cada quilômetro, até optarem por eles mesmos fazerem o conserto.
Foto: Equipe Mitsubishi Brasil / Divulgação

Piloto e navegador começaram um intenso e demorado trabalho de reparação, mesmo sem a preparação necessária para isso. O que em uma oficina, com os equipamentos certos, poderia ser realizado em pouco tempo, levou muitas horas. E isso em meio a condições adversas, como a poeira, calor e o frio que veio ao cair da noite. Somado tudo isso a alta quilometragem do dia, o trabalho varou a madrugada.

Mesmo depois de consertado, seguiram lentos para completar o dia e não danificar nada mais no veículo. Mas valeu a pena! A dupla conseguiu o impossível e levou o carro até Salta, onde será inteiramente revisado pela nossa equipe. Agora é aproveitar o dia para o merecido descanso!!!
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